Terça-feira
21 de Julho de 2026 - 

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Concurso de redação “Vozes que Transformam” é aplicado na Emerj e em fóruns regionais

                         Magistrados Patrícia Serra, Wagner Cinelli, Cláudio Brandão e Alexandre Chini deram boas-vindas aos candidatos  O concurso de redação “Vozes que Transformam” foi aplicado na sexta-feira, dia 17 de julho, na Escola da Magistratura do Estado do Rio de janeiro (Emerj) e nos demais fóruns regionais do Estado. A iniciativa é promovida pelo Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (Napjus), em parceria com os Comitês de Promoção da Igualdade de Gênero e de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação (Cogens).  A iniciativa busca fomentar uma integração socioinstitucional, disse a presidente do Cogen 2º Grau, desembargadora Patrícia Serra. “A relevância socioinstitucional desse concurso está em criar uma interação entre os que colaboram conosco no dia a dia com temas afeitos à nossa profissão. A igualdade perante a lei, tema da redação, traz um viés humanista necessário para a criação e fortalecimento de uma identidade institucional focada na inclusão e afeita às políticas públicas”, destacou.  Os candidatos foram saudados pelo corregedor-geral de Justiça do Rio, desembargador Cláudio Brandão; pelo juiz auxiliar da Corregedoria Alexandre Chini Neto e pelo presidente do Cogen 1º Grau, desembargador Wagner Cinelli, que viu o concurso como uma ferramenta de reflexão. “Nosso Tribunal conta com quase seis mil estagiários atualmente. É um público grande e muito atuante. Objetivamos, por meio dessa ação, gerar reflexões críticas sobre temas sociais contemporâneos”, afirmou.  Premiação  O prêmio para quem alcançar o primeiro lugar será um tablet, fornecido pela Emerj, além de um certificado e a publicação da redação na Revista Magistratus. O segundo, terceiro e quarto lugares serão premiados com um certificado de menção honrosa.  Para conquistar o prêmio, os candidatos escreveram uma redação dissertativa-argumentativa com o tema “Igualdade Perante a Lei”. Os textos serão corrigidos por uma banca de sete pessoas, que avaliarão critérios de adequação ao tema proposto, estrutura e organização textual, coesão e coerência, lógica e progressão argumentativa, capacidade de argumentação e reflexão crítica.  KB/ SF  Foto: Brunno Dantas/TJRJ 
20/07/2026 (00:00)
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